segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Vamos para Ibitipoca!

Feriadão chegou e mais um viagem surgiu, foi assim que aconteceu ano passado em 12 de outubro. O melhor de tudo é que seria feriadão mesmo, pois dia 12 caiu em uma sexta-feira e dia 15 de outubro (segunda-feira) foi dia do comércio e dia do profissional de informática, ou seja, dia de folga para nós dois!

O local escolhido dessa vez foi Ibitipoca, lugar maravilhoso que eu já conhecia (estive lá em 2008) e queria voltar. Ainda bem que Junior é dos meus e topa tudo! rs

Conceição do Ibitipoca é distrito do município de Lima Duarte, localizada a sudeste de Minas Gerais. Os primeiros relatos sobre a região são de 1692 e, no século seguinte a região atingiu mais de cinco mil moradores em decorrência da procura pelo ouro. Mas após a descoberta do mineral em abundância em “Vila Rica”, o êxodo foi geral. Ficou apenas a população mais humilde que não tinha condições financeiras para sair. Hoje, mais de 300 anos depois, a vila é frequentada por turistas de todo o mundo e a população não ultrapassa 2 mil habitantes.

Lugar definido, hora de procurar nossa estadia. Em 2008, como éramos em 11, alugamos uma casa e que me lembro muito bem não foi nada caro. Aliás, pelo que eu me lembrava nada na cidade é caro, tudo muito em conta. Depois de vários e-mails enviados escolhemos a Pousada Poente (que também tem a página do facebook) que pelas fotos achamos uma graça e preço bem em conta. Não lembro muito bem agora, mas como era feriado a diária era em torno de R$ 180,00 ou R$ 190,00. 

A previsão era de sair do Rio na quinta-feira a noite, mas São Pedro não ajudou. Chovia muito e até pensamos que não ia dar para fazer nada lá, liguei para a pousada avisando e a Sabrina (dona) foi super simpática entendendo bem nossas razões. Nos restava apenas aguardar a manhã do dia seguinte e rezasse para que parasse de chover.

A distância do Rio até Ibitipoca é de aproximadamente 258 km, podem colocar umas 4 horas de viagem, pegamos a BR-040 até Juiz de Fora e de lá seguimos para Lima Duarte pela BR-267. A estrada estava ótima (pegamos apenas serração na Serra das Araras e tivemos que ir bem devagar), o sol foi abrindo durante o caminho. 

Chegamos em Lima Duarte por volta do meio dia e aí começaram os problemas. Como de costume erramos o caminho (maldito GPS, mas eu não consigo largar dele) e depois de rodar alguns minutos vimos uma central do turista, Junior foi perguntar para que lado deveríamos ir. Até que estávamos certo, só demos uma volta maior para chegar. Já na estrada para Ibitipoca, após uns 10 minutos, o outro problema surgiu... Gente, a estrada é muito ruim! Apaguei definitivamente esse trecho da minha memória quando fui em 2008, até porque 4 anos se passaram e poderiam muito bem ter melhorado esse pedaço. Mas não! 



São 27 quilômetros em estrada de terra! Sobe e desce, buraqueiras e tremedeiras, coitado do Poizé (carinhoso apelido do carro)!

Finalmente avistamos a entrada da cidade e não foi difícil de achar a pousada, Sabrina explicou direitinho e até porque a vila não é grande (sim, a "cidade" é uma vila e minha memória fotográfica ajudou também). 

Definitivamente as fotos não nos engaram, a pousada é mesmo uma graça! Vista muito bonita (ficamos na suíte 1), tudo super rústico e muito confortável (adoramos a moringa de barro que tinha no quarto).

Elogios a parte, partimos para o Parque Estadual de Ibitipoca que com 1.488 hectares e altitude média de 1.500m ele protege mais de 20 cavernas, rochas, penhascos, paredões, cachoeiras, bromélias, orquídeas, cactus e líquens. A entrada fica a 3km de distância da vila, sendo assim necessário ir de carro. Existem vans que fazem esse trajeto mas não sei o valor. O caminho é bom, tudo asfaltado.

O funcionamento do parque é de terça-feira a domingo, das 7 às 18h, valor da entrada é de R$ 15,00 nos sábados, domingos e feriados. Acho um preço super justo já que o parque possui uma ótima infra-estrutura: tem um limite de 800 pessoas por dia nos finais de semana e feriados, um centro de informações e educação ambiental onde são exibidos vídeos e distribuídos mapas para as trilhas, guardas passando com motos em todas as áreas do parque. Além disso,  contamos com um restaurante localizado lá dentro (1,3km após a portaria) com cardápios variados: refeições, lanches e bebidas ( e uma bela vista do parque).

O parque se divide em 3 circuitos: Circuito das águas, Janela do Céu e Pico do Pião. Como já estava meio tarde, decidimos fazer o circuito das águas. A trilha é leve, não demora muito (5Km ida e volta) e devido ao cansaço da estrada seria a melhor opção. 

Começamos seguindo a trilha que acompanha o Rio do Salto, nesse sentido chegamos na Ponte de Pedra (parte de baixo) e depois de muitas subidas e descidas (nessa trilha existem escadas feitas de madeira e escadas feitas pela própria trilha mesmo) chegamos na Cachoeira dos Macacos, o fim do percurso. Para o outro lado da trilha temos o lago dos espelhos, lago negro, prainha das elfas, prainha, gruta dos gnomos e lago das miragens, passamos apenas por algum deles no sábado.

 Início da trilha, o parque é muito bem sinalizado.


 Rio do Salto que nos segue praticamente a trilha inteira.

Dava até pra fazer a trilha pelo rio.

 Ponte de pedra tem altura de 40 metros e o arco da ponte foi formado há muito tempo.


 Vista panorâmica de um dos mirantes pelo meio do caminho.


 Cachoeira dos Macacos

Apesar do solzinho a água estava super gelada e ficamos ali nas pedras mesmo, descansando para a volta, que é mais puxada já que é subida praticamente o tempo inteiro, mas vale a pena. Como não somos de ferro, paramos um tempo no restaurante para recuperar a energia e continuarmos até a sda do parque.
 
 Nossa recuperação


 Infelizmente o tempo começou a virar quando saímos do parque, mas em 2008 eu tirei essa foto.

Não tínhamos almoçado ainda e como havíamos comido uns biscoitinhos, resolvemos só pestiscar mesmo. Chegamos na pousada umas 4 e meia da tarde, tomamos banhos e fomos para o centro da vila. A pousada está em ótimo localização e sendo assim fomos a pé. O ruim é que a vila só tem ladeira (mas nada que canse!) e já estávamos no ritmo, fomos assim mesmo.

O centro da vila é praticamente uma ruazinha e que não tem uma grande diversidade de bares e restaurantes. Paramos no Cleusa's Bar e ficamos na cerveja com salaminho (como os bares são bem juntinhos uns dos outros ainda ficamos ouvido a música ao vivo do bar ao lado). Pedimos uma porção de filézinho aperitivo e linguiça com aipim para finalizar já que estava ficando frio, ventava muito e voltamos para a pousada. Estava tudo bem regado e muito gostoso.

A noite voltamos para o centro e decidimos que seria a noite da pizza (como eu já disse, sempre teremos a noite da pizza). Fomos para a Pizzaria Serra Nostra, restaurante e pizzaria super agradável também, ficamos em uma mesa bem no cantinho e bem quentinhos. Para nosso azar (na verdade acho que foi sorte), estávamos morrendo de fome e nossa pizza veio errada! Digo que foi sorte porque a pizza certa veio em seguida, comemos as 2 pizzas (claro que sobrou) e fomos cobrados por apenas uma. A pizza é MA-RA-VI-LHO-SA, sem mais!

O sábado amanheceu sem sol, mas não nos desanimou. Fomos tomar o café da manhã que por sinal era maravilhoso: sucos, leite, café, pães quentinhos, queijos, presunto, bolos, pão de queijo e o famoso e tradicional pão de canela!



Após essa delícia toda, partimos em rumo a Janela do Céu. Esse circuito é um dos mais interessantes, além de oferecer um dos visuais mais bonitos da região. A trilha é de aproximadamente 16km (ida e volta), ou seja, a caminhada até Janela do Céu é bastante cansativa para iniciantes. 

Existem duas formas de se chegar lá,  uma é pelo mesmo trajeto do dia anterior e a segunda é logo após a entrada do parque. Escolhemos a segunda maneira.



Definitivamente a idade pesa. Em 2008 fiz esse mesmo trajeto e agora eu acho que me cansei muito mais. Até o pico é uma longa subida (e bota longa nisso!), cansei várias vezes (sou dessas), Junior foi embora e eu dizia que tinha que parar para tirar fotos (ótima tática meninas!). Duas horas depois chegamos ao Cruzeiro, nossa primeira parada (parada mesmo!). O tempo estava horrível, não dava pra ver nada e não sabíamos nem pra onde deveríamos continuar, a sorte foi que vimos uma família junto com um senhor. Ele estava de camisa, calça jeans e havaianas e na hora eu pensei: " Vamos seguir este homem porque ele é daqui, quem faz trilha da calça jeans e chinelo?" E foi isso, ele seguiu um caminho e fomos atrás. A neblina melhorou e já conseguíamos enxergar as placas. Próxima parada, gruta do Cruzeiro! 





               Ao descer uma escadinha chegamos na Gruta e para sair tivemos que nos enfiar no buraco.


Após a saído buraco, continuamos pela trilha. Essa parte já estava bem tranquilo, a neblina passou e o percurso é plano. Algumas subidinhas e descidas, mas nada cansativo depois daquela subida toda. Paramos em mais algumas grutas (grutas dos 3 arcos, dos moreiras e dos fugitivos e a lanterna foi super útil), e a janela do céu cada vez mais perto. 


 Grutas dos 3 arcos

Gruta dos fugitivos. Tudo escuro, um breu total e não dá pra ver nada sem a lanterna.


Em um certo ponto existe uma placa em que a Janela do Céu é para um lado e a Cachoeirinha é para outro. Fomos primeiro na Cachoeirinha, já que o caminho para janela do céu era uma descida e preferimos ir para o local plano no momento. Ledo engano, deveríamos ter ido logo para a Janela! Enfim, não conseguimos chegar na Cachoeirinha porque era uma descida enorme e eu só pensava no cansaço para voltar. Tiramos algumas fotos do alto mesmo e seguimos para a Janela do Céu.

Depois de mais uma descida, essa parte foi ótima, após umas 4 horas chegamos no nosso destino. A janela do céu é o início de uma enorme cachoeira cercada por árvores, ou seja, chegamos no topo da cachoeira, o nascer da cachoeira. Junior foi até a beiradinha mas eu não, não gosto de altura, ainda mais assim na beiradinha! Muitas fotos, parada para o lanchinho e hora de voltar. 


 E agora? Pra que lado? rs


 Vista do alto da Cachoeirinha


 Janela do Céu
 Na beiradinha

 Mirante próximo a Janela do Céu (com muito cagaço!)

Não fizemos o mesmo percurso para voltar, em vez de voltar tudo, seguimos pelo trecho da Gruta do Monjolinho. Dizem que esse caminho é mais rápido, mas definitivamente não foi!  A partir da Cachoeirinha, começamos a seguir as placas escritas "Camping". Dizem que são três horas caminhando até a chegada ao camping, pois é DIZEM! 

O problema todo foi que começou a chuviscar e a ventar muito, o primeiro pedaço após a cachoeirinha foi uma luta! Uma subida horrorosa, muitas raízes de árvores e muito barro. O cansaço começou a pegar forte, dor na coluna e nos pés e não sentia mais as minhas coxas. O relacionamento começa a ficar abalado nessas horas.... rsrsrs. Ainda bem que não estávamos sozinhos e um grupo de pessoas estavam atrás da gente... por pouco tempo. Eis que começo a perceber alguma coisa nos meus pés e foi ali que o desespero começou a bater, meu tênis estava descolando! O andar teve que ficar mais devagar e as pessoas nos ultrapassando, a chuva apertava e diminuia, até que cessou de vez. Se tudo desse certo, teríamos parado na gruta do Monjolinho, mas eu só queria um chuveiro quente. As placas do camping estavam mais perto, não passava mais ninguém na trilha pela gente e comecei a ficar na paranóia de que só tinha a gente no parque. Ainda passamos pela prainha, pois era o final do percurso e nem acreditei quando avistei o restaurante, sabia que que ainda tinha 1 km até a entrada do parque. Acho que foi o pior 1 km que já percorri na vida! Só para ter uma idéia começamos a trilha por voltas das 10 horas da manhã e terminamos quase 6 da tarde. Não fomos os últimos a sair do parque, mas praticamente, o estacionamento tinha apenas uns 4 carros.

Muita fome, sede e frio e decidimos almoçar em primeiro lugar, mesmo estando molhados. Eu só queria ficar deitada o resto do dia! Paramos no centro e entramos no primeiro restaurante que vimos e pedimos o famoso PF. Infelizmente não lembro o nome do restaurante, mas era uma delícia (sei que a fome era negra e nessas horas não pensamos muito, mas era gostoso mesmo). Arroz, carne, batata frita e salada, a parte vinha um potinho com feijão e outro com farofa... quer mais que isso? Só sei que eu nem tinha acabado de comer, Junior levantou e foi na padaria ( a única da vila). Voltou com um saco de pão, queijo e presunto e disse que não ia sair a noite de jeito nenhum!

A chegada na pousada foi um sonho realizado, os dois tremendo de frio e correndo para o banho. Finalmente me enfiei debaixo das cobertas quentinhas e claro que o dorflex não poderia faltar. A hipotermia deve ter um início desse jeito, rsrsrs, ainda ganhei uma unha roxa que melhorou ontem!

No domingo, o plano inicial era fazer o circuito do Pião, mas por motivos óbvios não concretizamos. O dia também não ajudou, o tempo continuou nublado e nos restava tomar aquele delicioso café e arrumar as malas. Mais uma vez a Sabrina foi ótima anfitriã, conversamos muito com ela e com outros hóspedes na mesa. Voltamos para casa. 

Apesar de tudo, recomendamos muito Ibitipoca, é um lugar mágico e de uma paz que nem sei explicar. Queremos voltar, afinal ficou faltando coisas e dessa vez com um tênis novinho em folha!
  
Abaixo uma listinha do que você não deve esquecer:

- Leve uma blusa de frio ou casaco. Faz frio de noite e não importa a época do ano (e olha que eu sou calorenta hein!).
- Protetor solar e chapéu. Não sentimos o sol queimar por causa do vento nas trilhas. 
- Toalha para se secar das cachoeiras (no meu caso me protegeu da chuva!)
- Lanterna. Muitas grutas pelo caminho e para não tropeçar é bom levar.
- Uma garrafa de água e lanchinhos para a trilha (frutas, barra de cereal e biscoitinhos)
- Capa de chuva. Vai que acontece a mesma coisa que nos aconteceu. 
- Não tente fazer todos os passeios em um dia só!

E aí, gostou? Então aproveita....

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Cheesecake que não é de 'New York'!

Simplesmente divino!

Para quem não conhece, cheesecake é um tipo de torta doce com recheio à base de queijo e cobertura de alguma fruta. Pois é, meio incoerente esse negócio de misturar doce com salgado na sobremesa, mas eu garanto... é bom demais!

Relatos históricos contam que a cheesecake foi servida na Grécia antiga durante os Jogos Olímpicos em 776 a.C e muito tempo depois os europeus levaram suas receitas para a América. 

Foi lá que o cream cheese tornou-se um ingrediente indispensável, já que as primeiras cheesescakes eram feitas de queijo fundido e um produtor de leite de Nova Iorque, por acidente, criou o cream cheese. E que acidente!

É uma das sobremesas mais populares nos Estados Unidos  e super tradicional em Nova Iorque. A massa é espessa e macia, são feitas em formas de 13 a 15 cm de altura, o que torna as fatias significativamente altas. Esse tipo de doce se popularizou nos anos 70 nos Estados Unidos e aí a variação de sabores passa a ser quase infinita.

Bom, eu nunca fui para Nova Iorque, nunca comi uma cheesecake tradicional da cidade (mas pretendo) e não tenho os ingredientes que eles usam por lá. O que tenho certeza é de que a receita a seguir é tão gostosa que torna uma das minhas sobremesas favoritas!

Então vamos lá!


Massa:
- 1 pacote e meio de biscoito maizena
- 200 g de manteiga sem sal

Recheio:

- 1 lata de leite condensado
- 1 lata de creme de leite sem soro
- 200 g de cream cheese ou ricota fresca (dá pra misturar 100g de cada também)
- 12 gr de gelatina incolor sem sabor (um pacotinho)

Cobertura:

- Geléia de amoras (ou sabor de sua preferência)
- O quanto baste de água

Modo de fazer:

Triture os biscoitos no liquidificador ou microprocessador. Misture o biscoito já triturado com a manteiga formando uma massa. Com uma forma desmontável, forre o fundo e a lateral. Leve ao forno por 4 a 5 minutos à 180º e reserve.

Para o recheio, bata o leite condensado e o cream cheese por uns 5 minutos no liquidificador. Acrescente o creme de leite e a gelatina dissolvida em 5 colheres (sopa) de água aquecida no microondas por 30 segundos na potência alta. Bata por mais 5 minutos. Despeje o recheio na massa. Deixe esfriando na geladeira até ficar durinho.

Enquanto a torta esfria, é hora da cobertura! Agora é a gosto gente... 

Em uma tigela pegue a geléia de sua preferência (frutas vermelhas, framboesa, morango, uva e etc.... eu prefiro a de amora!) e coloque a quantidade que ache necessária. Não aconselho usar o pote todo senão transborda, no meu caso eu pego metade do pote ( eu gosto da geléia da queensberry, o pote tem 320g). Como a geléia tem essa textura mais grossa, misturamos ela com um pouco de água e nesse caso vai do gosto também. Eu misturo com umas 7 ou 8 colheres (sopa) de água até ficar com uma textura mais líquida (mas nem tanto!), uma textura meio "calda". Assim está pronta a cobertura.

Retire a torta da geladeira, jogue a cobertura por cima e delicie-se!



Obs: a máquina não ajudou muito na foto, mas acabou tudo em 10 minutos!






segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Planeta Sushi: Porque japonês é bom e eu gosto!

Quem pensa que comida japonesa se resume a sushi e sashimi está muito enganado!

Ao contrário do que muita gente pensa, a cozinha japonesa não tem apenas ingredientes exóticos e crus, existem muitos ingredientes bem familiares. Antes de começar a falar a dica do restaurante do dia, vamos falar sobre alguns desses ingredientes.

Shoyu:
O famoso molho escuro que sempre vemos nas mesas. Super tradicional, é um molho de soja e tem propriedades bactericidas, por isso é colocado em todos os pratos com ingredientes crus. Adoro esse molho, uso muito para temperar carnes e frangos, jogar esse molho por cima do queijo cortadinho é uma ótima dica de aperitivo!

Nori:
É uma espécie de folha feita a partir de algas marinhas. Rica em proteína, cálcio, ferro, vitamina A, B e C, essa alga contém duas vezes mais proteína do que algumas carnes. As folhas de nori são utilizadas nos sushis enrolados e também nos temakis (os famosos cones).

Wasabi e Gengibre:
Aquela pasta verde que é servida junto com o gengibre, é a raiz forte (utilizem em porções muito pequenas, senão você vai chorar!). No Brasil costumamos misturá-la ao shoyu, mas o hábito tradicional é colocar uma pequena porção direto no sushi que será comido, para que o tempero encoste na língua. Além de dar gosto, o wasabi tem funções higiênicas, ele é antídoto contra intoxicação alimentar (para quem está comendo peixe cru) e acelera a digestão, o peixe fica menos tempo no corpo.


As lasquinhas é o gengibre. O certo é comer entre os bolinhos para limpar o paladar e poder saborear melhor as diferentes espécies de peixes e sushis. As lascas de gengibre devem estar rígidas e é bastante indicado para desintoxicação do organismo, além de ser considerado um poderoso anti-inflamatório, anticoagulante, antioxidante e antibactericida.




Nirá:
Também conhecida como cebolinha japonesa, é uma planta com talos longos medindo cerca de 10 cm. Possui sabor muito agradável e suave, são de um verde intenso e devem ser colhidas pouco antes da abertura das flores. 





Missoshiro e Sunomomo:
Geralmente as pessoas pedem esses pratos de entrada. O primeiro é um caldo feito à base de massa de soja (missô), caldo de peixe, cebolinha e tofu, é servido quente (não tenha medo de levar as tigelas à boca, é o jeito tradicional de tomá-las). Já o Sunomomo é uma salada japonesa, uma espécie de "vinagrete" japonês, pois sunomono significa alimentos avinagrados em conserva. Não curto essa "salada", pois o pepino é a base do prato e eu não suporto pepino... rsrs.




Sashimi:
O peixe cru fatiado. Pode ser de atum, salmão, linguado ou qualquer fruto do mar que tenha consistência firme o bastante para ser fatiado.

Nabo:
Aqueles "fiapinhos" brancos que costuma decorar os combinados de sushi. Ele também é usado para limpar o paladar e comer entre os tipos de sushi. O melhor é que ele também é ótimo para tirar manchas de shoyu da roupa (sou mestre nisso!). Mas a dica é que só funciona se for feito na hora.




Sushi:
O tradicional bolinho de arroz com recheios ou coberturas. Eles devem ser comidos de uma vez só, em um único bocado, nunca devem ser comidos em mais de uma mordida ou usando a faca. No Japão, geralmente come-se no balcão para que o sushiman possa ver como o cliente é e preparar sushis do tamanho certo para cada pessoa. O sushis se dividem em:

Norimaki e Hossomaki - Aquele sushi em que a alga fica por fora, sendo o hoddomaki com apenas um recheio (o “califórnia” é um tipo de norimaki com salmão e frutas, foi inventado pelos norteamericanos).
Uramaki -  Sushi onde o arroz fica por fora, coberto por gergelim ou outro tempero.
Niguiri - É o sushi que tem um pedaço de peixe fica sobre o bolinho, com ou sem uma tira de alga para segurar a composição. Para não desmontar o bolinho,os niguiris devem ser molhados no shoyu ao contrário, molhando apenas o peixe.
Temaki - são os populares cones feitos de arroz e recheios enrolados com alga nori.





Temos outros pratos, os quentes (sim, não existe só comida crua!) como Yakissoba (macarrão), Yakitori (espetinhos grelhados), Tempura, Gyoza, Teriyaki, Sukiyaki.... Se eu falar sobre tudo vou precisar de um post só pra isso, não é? Mas acho que dei uma resumida nos mais conhecidos. 

O arroz japonês é mais empapado do que o brasileiro justamente para permitir que ele seja comido com os hashis (os pauzinhos). Eles não são tão difíceis de usar como parece e para facilitar, os restaurantes oferecem hashis com elásticos na ponta para quem não possui aquela prática. 

É muito difícil encontrar no Brasil restaurantes que sigam as regras tradicionais da cozinha japonesa (até porque quando encontramos ele é o olho da cara!). De qualquer maneira vou falar de um restaurante que eu sempre frequento, o Planeta Sushi

Como todo restaurante japonês a melhor opção é o rodízio. Não aconselho ir ao japonês e pedir a la carte, no rodízio você experimentar um pouco de tudo e lá temos uma boa variedade. Nuca me queixei da comida, os peixes estão sempre frescos e além disso, podemos saborear o famoso biritão!  A melhor pedida, sem dúvida, e só encontramos lá: uma espécie de hot philadélfia, mas com camarão empanado, kani, salmão, cream cheese  em uma casquinha com gergelim! Acho que eles até poderiam fazer um slogan tipo: YES, NÓS TEMOS BIRITÃO! rsrsrs

O Planeta Sushi é um dos melhores (talvez o melhor) rodízios que já fui aqui em Jacarepaguá. O sashimi de atum e de salmão podem ser pedidos grelhados, com molho wasabi (dica pra quem não come o cru). De sobremesa está incluído os harumakis (rolinho primavera) de banana, chocolate preto, chocolate branco e goiabada.

O rodízio custa R$ 59,90 e inclui praticamente todos os pratos, digo praticamente, pois não servem mais o Nirá e nem o shimeji (cogumelos) no rodízio. Uma pena, pois eram deliciosos (no Downtown tem uma filial deles, lá não sei se ainda é servido). Aceita dinheiro, cartões de crédito e o melhor, o nosso querido vale-refeição (ai, é muito amor!).

A boa é ir dia de semana, mulher acompanhada do homem paga 50% do valor do rodízio. Na quarta-feira o rodízio fica ainda mais barato, R$ 49,90, mas fica lotado e com fila de espera. Sinceramente, não gostamos. Geralmente vamos na segunda ou terça e dessa vez fomos na quarta-feira, a fila até que não demorou, mas o atendimento não foi dos melhores, muita gente pedindo ao mesmo tempo e garçons não dando atenção suficiente aos pedidos.

 


Então fica a dica: preferimos pagar um pouco mais caro e ter um excelente atendimento!



segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Campos do Jordão é caro, mas é uma graça...

É cara sim, mas vamos por partes...

Logo após nossa chegada do carnaval (que relatarei em breve), Junior me pediu para ver o nosso próximo roteiro. Esse ano estamos bem caídos de feriados em dia de semana e, sendo assim, achei uma boa data para uma nova viagem: mês de julho, inverno, meu aniversário e nosso aniversário de namoro. O melhor era que até lá dava pra juntar uma graninha (tivemos uns contratempos até a data, mas deu tudo certo).

Alta temporada em Campos de Jordão e já sabíamos que lugar barato não iríamos encontrar, para não deixar tudo em cima da hora comecei a mandar e-mails para as pousadas. Eis que as respostas estavam me assustando bastante, tudo acima de mil reais! Gente, eu vou passar um final de semana e não uma semana!

Duas pousadas me chamaram a atenção e claro que decidimos ficar com a mais "barata", como estávamos em março depositamos os 50% e o restante seria somente lá. Achamos uma boa, até julho não ficaria tão pesado. E assim fechamos com a pousada Ponto de Equilíbrio. Ótima pousada! 

Enfim, julho chegou (e o Papa também, graças a ele ganhei mais dias de férias). Saímos do Rio na sexta por volta de 7 da manhã, a estrada estava tranquila, apenas uma parada na estrada e um acidente que causou uma pequena retenção. 

Por volta de meio dia chegamos na entrada da cidade e aí veio o problema, meu celular estava com 4% de bateria, eu estava me guiando pelo GPS e descobri que o carregador do carro não serve para nada! A única coisa que eu sabia era nome da pousada, o nome da rua e que tínhamos que virar para a esquerda a qualquer momento. O celular não resistiu, viramos para a esquerda e adivinhem.... não era a esquerda certa!

E agora? Seguimos a rua em que entramos e começamos a subir, a descer e a subir de novo... Vamos perguntar né, paramos na primeira pessoa que encontramos e ela não sabia. Continuamos na rua, sobe, desce, vira... Opa! Mais uma pessoa e nada, também não conhecia. Nessa hora o humor das pessoas começam a mudar né, pois é! Foi o que começou a acontecer, juro que estava quase parando em algum boteco para colocar o celular na tomada. 

Em um desses "sobe e desce" caímos em uma rua que não me era estranha. SANTO GOOGLE! E santa a minha memória fotográfica também! Como eu já disse isso em outro post, eu tenho mania de google e com isso eu tinha visto o caminho em casa. Estávamos exatamente em uma das ruas que iria nos levar para a pousada! Vira ali, agora vira aqui, eu acho que é por aqui e TA-RÁ! Olha a pousada ali!!! Ainda bem...

Chegando lá já dava pra sentir o que nos aguardava... o frio. A dona nos recepcionou e disse que na noite anterior havia feito -1°. Delícia! Conhecemos o nosso quarto, tudo arrumadinho, cheiroso, com uma lareira e varandinha. Tudo super aconchegante, adorei tudo. Realmente a pousada é super agradável, tirando um detalhe que já conto.

Largamos as malas e fomos direto para Capivari, o centro da cidade, nossa pousada não era longe e definitivamente entramos naquela esquerda errada. Agora sim, era mais fácil do que parecia. Em cinco minutos estávamos no centro, o problema agora era arrumar uma vaga. Entra aqui, entra ali paramos meio afastados, mas não tinha outro jeito. O tempo não estava bom e um ventinho bem frio cortava a gente. Primeira parada: feirinha! Na verdade foi a primeira, segunda, terceira... ôh cidade pra ter feirinha, o que mais tem! A primeira feirinha que fomos era ao lado da Igreja São Benedito. Era boa, os preços são bem em conta em relação as lojas (claro!), mas em relação as feirinhas o valor não muda muito não. A dica é ver todas as barraquinhas mesmo para poder comprar o que quer. Entramos em galerias e mini shoppings e a fome começou a bater.

Eu já tinha pesquisado na internet alguns restaurantes e decidimos almoçar no Restaurante Nevada. Fica ali no centro mesmo, a comida é caseira, estava frio e era o mais próximo. Aí começa a minha queixa de que Campos do Jordão não é barata, comer nessa cidade é caro! Escolhemos um talharim ao molho branco com iscas de filé mignon (iscas mesmo.. rsrs). O problema foi o prato chegar né, demorou bastante, mas acho que é por ser caseiro né... O prato finalmente chegou e caímos dentro, estava bem gostoso, a porção para 2 pessoas serviu muito bem e ainda sobrou. Depois dessa massa o sono bateu né, não pedimos sobremesa pois a próxima parada seria na fábrica de chocolate.

A fábrica de chocolate Araucária era bem próxima a nossa pousada, no caminho. Uma bela parada, lá você pode ver como o chocolate é feito ( e de graça!), você também pode parar para tomar um café, um chocolate quente, tem uma área para crianças e claro, comprar chocolates a vontade. Ao entrar, o cheiro do chocolate era tão gostoso que nem visitamos nada, fomos direto comprar. Um do preto, um do branco, chocolate quente, pipoca (sim, pipoca!), trufas, bombons... ai, gente, que saudade! 



Fim de tarde na pousada, descansar para sair a noite. O frio aumentava cada vez mais e não queria sair debaixo das cobertas (para ir ao banheiro só com mita vontade). por volta de umas 7 e meia da noite decidimos que era melhor sair logo para não voltar muito tarde. E lá vamos nós para uma luta que ainda não conhecíamos: trocar de roupa no frio. Gente, era muito frio mesmo, as roupas dentro da mala estavam super geladas! Duas calças, duas blusas (uma normal e outra e lã com gola rolê), um casacão, meia e bota. Junior idem, duas calças (uma ciroula! rsrs), três blusas e um casacão. Bora pra rua!

A rua principal do centro estava fechada (eles fecham no final de semana), demos a volta por trás e por sorte achamos uma vaga de cara! Mais um passeio pela cidade, o frio estava gostoso (com tanta roupa também né), mas deu para segurar os 4° que chegou a fazer. O centro de noite é uma gracinha, todo iluminado, caminhando pelas ruas dá pra esquentar legal, ver as peruas com seus casacos de pele e botas de onça também é engraçado. E como não pode faltar, nossas amadas periguetes que não sentem frio. Ou seja, é um desfile na rua super interessante! 





Eu queria comer pizza e quando estávamos voltando a tarde para a pousada passamos por um restaurante que dizia que a partir das 19 horas serviriam pizza a lenha. Hummmm.... é o jeito que mais gosto! Fomos lá,  restaurante Cantinho da Serra. Os valores da pizza estavam em conta, isto é, bem parecidos com os preço daqui do Rio (R$ 38,00 uma pizza grande). Junior tomou sua querida cerveja e eu escolhi um vinho, claro! Na carta de vinhos você tem a opção de meia garrafa de vinho, adorei!


A pizza veio, pedimos meia calabresa e meia frango com catupiry. A primeira vista estava uma beleza, mas olha... que decepção. O frango da pizza estava suuuuper temperado e tinha muuuuita calabresa na pizza. Ou seja, na segunda fatia eu já estava me sentindo meio enjoada com essas misturas de temperos. Além disso, a massa da pizza não estava crocante como deveria, até achei meio crua.  Final das contas, restaurante super agradável e pizza caída.


Voltando para a pousada, estava mais frio que no centro e uma nova luta se iniciava, acender a lareira. Estava tanto frio que no quarto a fumacinha saía pela boca, mas nada de lareira. Definitivamente precisamos de um curso para fazer isso, colocamos a lenha como o funcionário explicou (ele já tinha ido embora, já era tarde), o fogo pegava mas logo acabava. Junior teve a brilhante idéia de usar o secador na lenha, funcionou! Por 5 minutos... logo depois o fogo apagava. Usava o secador de novo e fogo por mais 5 minutos. Ficou quentinho realmente, mas somente nos 5 minutos. Começou a fazer uma fumaça desgraçada e um dilema surgiu: abrir a janela pra fumaça sair, mas aí a friagem iria entrar! Não tinha jeito, tivemos que abrir a janela. Fazer o que né, finalmente fomos dormir.

No segundo dia acordar foi difícil. Me desculpem, sair da cama que foi difícil. Fomos tomar café e o dia estava lindo! Um sol gostoso mas com aquele friozinho. Estava tudo delicioso, pão quentinho, queijos, presunto, geléias, iogurtes, café, leite, sucos... pena que não tinha ovo!


Mais uma vez fomos para o centro e achamos uma vaga logo no início da rua principal. Ótimo, o dia estava cheio de programas. 

Primeira parada no passeio de trem. Existem 3 passeios: um de meia hora (R$8,00), um de 1 hora (R$ 11,00 e outro de 2 horas e meia (R$ 45,00). Fomos no de meia hora, confesso que não sou muito fã de trem. Nervosismo a parte, o trem é uma gracinha e o passeio não tem nada assim que me faça querer repetir, mas as crianças adoram!



Saindo do trem fomos em direção ao famoso teleférico, mas no meio do caminho tinha uma feirinha! Claro que paramos por lá e fomos em todas as barraquinhas. Depois de algumas comprinhas, vimos o teleférico com uma enorme fila, mas até que andava rápido. Com o ingresso de R$ 11,00  cada um lá fomos nós! Uma subida agoniante (não gosto de altura) mas com a vista para a cidade toda. Adivinhem o que encontramos lá em cima no morro.... uma feirinha! Sinceramente o teleférico é válido apenas para tirar fotos a cidade, dá até pra ir de carro mas existem poucas vagas lá em cima e fica um tumulto só. Fotinho aqui e fotinho aqui, vamos descer né!




Marcamos uma visita as 3 da tarde na cervejaria Baden Baden e não daria tempo de escolher um restaurante, sentar e comer. Sendo assim, seguimos até o famoso pastelão do Maluf. Chegando na esquina vimos uma enorme fila e realmente não ia dar tempo, conclusão de lanche rápido: Bob's! Comemos e agora sim o tão esperado passeio da viagem: a cervejaria Baden Baden

Chegamos na hora cravada (valor R$ 15,00 cada um) e nos juntamos ao grupo e o tour começou. Na verdade um mini tour, é uma micro cervejaria, ou seja, não é grande. Ficamos apenas em pé onde a cerveja é produzida (não pode tirar fotos)  enquanto a guia explicava desde o início da idéia até como a cerveja é feita. Adoramos a explicação de tudo, bem legal mesmo. Próximo passo seria a degustação, passo muito difícil.... No tour você pode experimentar a cerveja clara e a escura. Ainda ganha um copo de brinde, bom mesmo! Por fim, a lojinha para as compras. Qualquer pessoa pode comprar na loja, mas o tour somente reservando o horário pelo telefone. Na loja da cervejaria os preços são mais baratos que aqui no Rio e bem mais baratos que no centro de Campos de Jordão. Uma loira, uma escura, uma golden, uma de trigo... Ai, compramos muita cerveja!





Voltamos para o frio da pousada e descansamos um pouco. A noite fomos de novo para o centro e vou te falar, o termômetro marcava os mesmos 4° (mas a sensação térmica era de 0°, sem dúvidas!). Fomos em umas lojinhas que não tínhamos ido na noite anterior e não dava para ficar andando muito pra lá e pra cá não. Fomos para o pastelão do Maluf ! Não tinha tanta fila como a tarde, mas estava bem cheio, todas as mesas lotadas e uma pequena fila para comprar. Pegamos o cardápio na fila para escolher o tão famoso pastel de Campos do Jordão.

Essa pastelaria é famosa pelo tamanho do pastel,ele é bem grande e com bastante recheio. Realmente, eu vi algumas pessoas comendo e vi que é super recheado. Minha decepção começou logo que peguei o cardápio. Estava seca por um pastel e por um pastel de camarão, fui descendo o dedo no cardápio até chegar no camarão e fui levando o dedo para a direita até chegar no preço. Pois é...  o preço.  Quase caí pra trás com o preço de um pastel: R$ 26,00!!! Gente, por favor, eu nunca vou dar R$ 26,00 em um pastel!!!! Achei que estava lendo errado, fui lá em cima no cardápio para ver o pastel mais barato, era o de carne e por apenas... R$15,00!!! De jeito nenhum, não pago mesmo! E outra, não há nem atendimento nas mesas, você tem que pedir, esperar a senha e buscar. Aposto que não deixa a desejar em nada ao pastel da Mananciais (pessoal de Jacarepaguá sabe o que estou falando e prometo que farei um post só pra ele), bem maior que o do Maluf e infinitamente mais barato (paga no máximo R$5,00)! Também com o nome de Maluf, o que podemos esperar...

Muito frio na rua, sem cabeça para pensar e decidir o que comer. Olhamos para a frente e lá estava o mesmo restaurante que almoçamos no dia anterior. Voltamos lá e pedimos o famoso arroz, bife e batata frita. Não foi barato, novamente porção para duas pessoas, novamente tivemos que aguardar bastante tempo, mas a comida chegou e comemos muito bem, sobrou um pouco também, afinal eram dois pedações de carne muito gostosa e macia.

Conta paga e só queira voltar para a pousada, mas até chegar no carro foi uma luta! Muito frio mesmo e o carro dessa vez estava longe. A neblina começou a cobrir a rua e o termômetro marcando 4° (tava errado, não é possível). Tremedeiras a parte, chegamos na pousada e mais uma tentativa de acender a lareira que foi por água abaixo... ou melhor, frio abaixo. 




Domingo de sol e último dia, tomamos o nosso cafezinho, arrumamos as malas e fechamos a conta. Comentei com algumas pessoas, a pousada só não ganha nota 10 pois eu acho que deveria ter aquecimento nos quartos. Só a lareira não adianta não...

Mas não fomos embora ainda. vamos curtir mais um pouco. Dessa vez fomos visitar o pico do Itapeva. Lugar lindo, vista incrível. Chegando lá, a vista era de apenas nuvens, estávamos acima dela. São 2.030 m de altitude e é possível avistar 15 cidades do Vale do Paraíba. Ao decorrer do tempo lá em cima, as nuvens foram se dissipando e conseguimos ver um pouco das cidades. E adivinhem o que tem lá em cima também..... feirinha! E por incrível que pareça os preços são mais baratos do que as lá de baixo. Descendo o pico paramos em um lago incrível, onde se pode fazer tirolesa!







Na volta do pico paramos em um outro ponto turístico, a Ducha de Prata. Nada de especial o lugar,  mais um local com feirinha, algumas quedinhas de água, vale a pena só para tirar umas fotinhos. A dica é para quem tem criança, elas adoram esse lugar.

E para fechar a viagem, última parada antes de pegar a estrada foi a fábrica de chocolate, comprar mais um pouquinho de chocolate né!